quinta-feira, 27 de abril de 2017

His Dick Is Thick - Parte 1/2

Bruce é um cara americano. Branco, rico e gordo como um leitão! Um gringo apaixonado pelo Brasil; sobretudo pela miscigenação masculina do Brasil. Atua como médico em um renomado hospital numa área nobre de Portland, nos confins do Oregon, e está com a esposa Carrie, a filha adolescente Marrie e o filho caçula Brian tomando banho de sol numa praia de nudismo, dentre as tantas que ornam a orla do Rio de Janeiro.

Ele, Gustavo Mateus, moreno, alto, esguio, cheiroso, dono de logradores olhos castanhos e um dote negro de 21 centímetros ― pra mais um pouco! ―, pratica artes marciais, estuda e trabalha como salva-vidas nas cálidas praias nudistas do Rio. Sempre que pode, desfila nu pela areia a balançar, entre uma pernada e outra, o seu mastro viril, exibindo sua performance muscular exuberante, humilhando os gringos gorduchos com suas esposas curiosas sempre a observar.

O verão brasileiro muito agrada o pálido quarteto que gasta seu tempo e seus dólares de maneiras pessoais e peculiares: o garoto Brian interage com as demais crianças brasileiras na construção de castelinhos; a mimada Marrie coleciona os garotos bonitos da praia, fotografando-os descaradamente; Carrie lê revista de moda sobre a sombra segura de seu guarda-sol; e o paizão, longe da desconfiança familiar, faz download de vídeos do superdotado ator Austin Wilde pelo seu iPhone dourado, discretamente.

Aquela tarde quente ferveu mais ainda quando Gustavo surgiu por entre os guarda-sóis, seminu, desfilando seu corpo talhado de músculos dentro de uma sunga vermelha apertadíssima a comprimir-lhe a voluptuosidade natural do pênis. Bruce, tirando os óculos, ergue o tronco recostado ao espaldar e admira a mala viril que lhe passa diante dos olhos. Não pôde conter a sua súbita ereção. Um pouco desajeitado, o americano aperta o próprio pênis, afim de que este relaxe. Logo se levanta e segue o salva-vidas, sempre a olhar para o seu redor, mas sem perder de vista a bunda do moreno.

Gustavo entra no banheiro e Bruce, logo atrás, observando suas coxas musculosas, o segue como o gato segue a sardinha. O salva-vidas, apoiando uma das mãos na parede à frente, desce a sunga um pouco, descobre a glande e mira o sanitário metálico, aliviando-se em seguida. Bruce, ainda que intimidado pelo dote que engolia com os olhos, faz o mesmo. Em determinado momento, sussurra um elogio, sem tirar os olhos do corpo do salva-vidas:

― Uau! Acho que consigo encaixar um boné aí, amigo!

Gustavo, surpreso, olha o gringo ao seu lado e logo fita seu microscópico pênis rosado metido entre os dedos, deixando escapar uma risada. Replica:

― Cara, não sei se boné encaixa aqui; mas a sua aliança encaixa certinho no seu pau aí embaixo e ainda fica larga! ― retornando ao riso.

― Me chamo Bruce!

― Gustavo. Prazer, cara!

― O prazer é meu, amigo!

A inusitada amizade dentro do banheiro continuou. Os dois conversaram e depois de algum tempo, combinaram algo quente para praticarem juntos. Seria a primeira vez de Bruce como puta de um dotadão, e ficou ansioso e inquieto.

A noite finalmente cai sobre as areias do Rio. Os dois se encontram e seguem para um hotel. Gustavo abre a porta, entra e oferece-a a Bruce. Este logo se joga sobre a cama fofa no centro do quarto. Pouco depois estavam nus, se olhando, curiosos, sobretudo Bruce, a percorrer as mãos delicadas ao longo do corpo venoso e escuro do pênis de Gustavo.

Bruce deita-se, empinando o traseiro branco como uma vadia safada. A língua quente do salva-vidas lubrifica a orla anal do americano que, descaradamente, passa a soltar gemidos deleitosos. Quando o membro negro começa enfim a penetrar-lhe o irrequieto orifício anal, seus dentes cerram-se e suas sobrancelhas contraem-se. Gustavo enterra todos os longos centímetros, um a um, nas trêmulas nádegas de Bruce, passivo da ação do salva-vidas.

Seu ânus já era uma cratera. Gustavo, com precisos movimentos, o põe de pernas pro ar, submisso, como um frango assado, e novamente faz seu dote latejando desaparecer dentro daquele elástico cu americano. Bruce urra cada vez mais, agudamente, de acordo com a velocidade que é enrabado.

Naquela noite Gustavo surra-lhe inexorável a bunda branca e peluda. Durante a madrugada, ouve-se os abafados urros do americano submisso e as pancadas provenientes do sexo brutal e atrito entre os corpos.

No romper do dia seguinte, quando o sol subia pelo céu, Bruce, jogado na cama do hotel, tem o traseiro melado e avermelhado. Além de todo dolorido. Seu ânus parecia latejar-se, como reclamando da rudeza da penetração. Gustavo, já acordado, fazia a barba defronte à pia, molhado do banho e nu, com o pênis ereto apontado para o alto. Bruce admirava o reflexo da sua silhueta lépida pelo espelho do quarto enquanto sentia no cu largo os sintomas da noite.

Marido e esposa se encontram novamente, pouco mais tarde. Bruce sequer pôde sentar-se para tomar seu café da manhã, contudo, disfarçou e improvisou, tudo para não despertar suspeitas fundadas em sua esposa. Se uma mosca ousasse pousar em seu traseiro inchado, este naturalmente daria um grito; exagerado...

Continua...

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