quinta-feira, 27 de abril de 2017

O Primo Interiorano

Nem sabia que o primo Edu era dotadão até a primeira vez que eu o vi nu; ele estava mirando o buraco do sanitário, mijando, distraído, nem percebeu que eu olhava de longe.

Eu estava passando no corredor. Foi de relance, rápido. Quando foquei com os olhos lá estava a vara cabeluda, as bolas gordinhas, despejando uma cachoeira de mijo  ― adoooooro!

Depois ele balançou a ripa, guardou na cueca e ouvi o barulho da descarga. Fui dormir pensando naqueles centímetros todos.

Ele? O Eduardo. Meu primo do interior. Meio caubói, meio maromba. Barbudo bonitinho. Veio dormir cá em casa nesse dia. Acho que se eu medisse com uma régua lá daria uns 19 centímetros. Fiquei ridiculamente feliz em saber que ele guardava uma linda verga bruta dentro das calças!

No dia seguinte tomamos café juntos. Eu, ele, mamãe e minha irmã pirralha. Ele tinha o sotaque meio caipira, mas era um deus! Comia tudo ferozmente, sem qualquer regra escrota de etiqueta. Bem bruto, o cara, né?

Consegui o WhatsApp dele naquela mesma manhã. Je-sus! Que homem!

-

Acho que o fato dele ser um machão peludo e eu uma bicha fresca da cidade me deixava sem jeito de conversar com ele cara a cara, então criei coragem e puxei assunto por lá mesmo.

Já era tarde da noite. Eu tava de boa na cama teclando com ele já com a rola dura sob o edredom quando ele próprio entrou no meu quarto. Tava sem camisa, só de cueca e exibia um lindo pau meia-bomba desenhado nela.

Ele entrou meio sem jeito, tímido, acanhado, olhando a mobília do meu quarto como se tudo fosse novidade. Eu sentei na cama, focando a vara que eu tinha visto mijando no banheiro. Tava atravessada na coxa dele.

Ele então pôs a perna na cama e eu sentei de frente para ele. O pau ficou bem na minha fuça. Eu já tinha visto muita rola, mas aquela era novidade! Ele dava uma risadinha sem graça e apertava o saco toda vez que percebia que eu estava olhando.

Depois ele sentou na cama ao meu lado e enquanto a gente conversava ele ficou brincando com o controle da TV; então sugeriu que eu buscasse água. Eu fui. Desci lá na cozinha, mamãe ainda não estava em casa. Nem a pirralha da minha irmã. Confesso que alguns pensamentos safados invadiram minha mente ali, enquanto despejava água nos copos, e já subi de volta pro quarto com o pau duro de novo.

"Eita, caralho!" pensei comigo, quando abri a porta com o pé e tive aquela feliz visão!

O primo Edu sentado na beira da minha cama, sem roupa nenhuma, comparando o tamanho da vara pentelhuda com o controle remoto e a TV ligada num dos meus pornôs héteros.

― Que tá fazendo? ― eu perguntei, estatelado, olhando aquela cabeleira toda.

Ele me olhou, deu um sorrisinho criminoso e respondeu com outra pergunta:

― Você depila?

― Sim ― eu disse.

― Deixa eu ver ― ele pediu.

Ele conseguiu me deixar roxo de vergonha com esse pedido.

Eu pus os copos sobre o balcão ao meu lado e me aproximei dele. Um arrepio tomou meu corpo de repente. Mostrei meu pau lisinho pra ele e vi outro sorrisinho safado estampar seu rosto ― o dele era maior e mais grosso.

Ele tirou uma régua não sei de onde e sugeriu que eu medisse minha rola.

― Vem cá, mede aí para ver quanto dá! ― ele pediu.

Depois de algum tempo medindo para ele ver, ouvi ele balbuciar "15" junto de uma risadinha esnobe. Ele se ergueu na minha frente ― ele era mais alto que eu ― e pediu para eu medir a tora dele também. Deu 19 massacrantes centímetros!

Ainda de pé na minha frente, senti o pau dele roçar no meu junto de um arrepio. Ele pôs as mãos no meu ombro e disse, com voz baixa:

― Nunca fui chupado.

Ah, após isso é fácil eu explicar o que aconteceu depois. Simples, eu me ofereci a ser o primeiro!

Ele ficou meio tímido, acanhado, acho que ele nunca tinha dado o pau pra outro cara chupar. Perguntou se minha mãe não iria aparecer de repente, mas tranquilizei ele.

Foi um pouco estranho, pois no começo Edu estava muito nervoso. Mas claro, pra homem bem-dotado, paciência minha é o que não falta!!!

Minha língua percorreu a extensão daquele tronco latejante, dos testículos até a cabeça, lubrificando-o, repetidamente. Depois que deixei aquela tora brilhando de saliva, envolvi a glande nos meus lábios e ouvi o primo Edu soltar um gemido satisfeito, caindo na cama.

Que delícia, ouvir homem gemer!

Ele me ergueu então, e pôs uma perna minha sobre a cama, abrindo bem as minhas nádegas. Me deu uma surra de pau na bunda, curioso, abrindo minha bundinha lisa e forçando um dos dedos contra a minha portinha anal. Ele cuspiu na cabeçorra de seu dote e soltei um gemido de dor quando ele enterrou aquilo no meu buraquinho rugoso e guloso.

O Edu separava as minhas nádegas segurando uma em cada mão, e socava fundo até eu sentir o pentelho dele roçar no meu traseiro. Bombou até achar a velocidade certa e continuou fodendo, à princípio, devagar.

Depois de um tempo as bombadas aumentaram e eu não pude evitar os gemidos! Gemia de olhos fechados e boca aberta, igual uma cadela, uma vadia profissional. E ele também gemia e arquejava, fazendo a tora sumir no meu reto. Ele estava tão excitado que propôs terminar aquela transa na cama da minha mãe.

Como sou bicha atrevida, claro que aceitei!

Mamãe não estava em casa mesmo, então fomos. Ele me pôs sobre a cama como um frango assado e me arreganhou, só então soltei outro gemido ao sentir seu nervo grosso enterrar-se na minha roda anal, dilatando meu pobre cuzinho!

Edu tirou a ripa do meu rabo e veio com ela babando pra minha boca. Chupei até sentir três jatos fortes de seu sêmen quente atingirem minha garganta e ele se desfazer em urros prazerosos.

Eu já disse como é bom fazer homem gemer?

O ruído metálico da chave girando na maçaneta chegou tarde aos nossos ouvidos.  Era mamãe chegando. Só fomos ouvir o barulho de seus saltos subindo as escadarias e minha irmãzinha tagarela junto dela.

Saímos depressa de lá, ele ainda de pau duro, arrepiado de medo de um flagrante. Nem deu tempo de limpar ou arrumar o quarto dela, só deu tempo de eu escancarar a janela. Voamos depressa pro meu quarto e nos enfiamos no meu banheiro para tomarmos um bom banho quente.

Naquela noite mamãe chamou a polícia e a dispensou pouco depois. Eu e Edu descemos para jantar mais íntimos um do outro. Sentamos na mesa trocando olhares ilegais, porém discretos. Mamãe comentou surpresa que seu quarto foi revirado e que o bandido fugiu pela janela, mas que misteriosamente não furtou nada.

Eu e Edu trocamos outro soslaio criminoso.

Um ano depois, o primo Edu me mandou um nude safado via Whatsapp, anunciando:

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"Vou em dezembro passar outra temporada aí em SP. Não vejo a hora de chegar logo aí, primo!! 😈"

"Imagine eu... 😱😛👏👏", repondi, assanhadamente.

"FINE"


Virgílio Orestes, 18 de Agosto de 2016.

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